O evento que evitou 8 toneladas de CO₂ e quase 8 mil garrafas plásticas: o que isso ensina ao setor?
Congresso realizado em Santa Catarina evitou 8,25 toneladas de CO₂, eliminou quase 8 mil garrafas plásticas e mobilizou 5 mil…
Tratar tecnologia como “ferramenta de apoio” é um erro conceitual que custa dinheiro
Na economia clássica, a função de produção combina capital e trabalho para gerar produto final. Mas há décadas a literatura já identifica que uma parcela relevante do crescimento e da produtividade não vem de mais máquinas nem de mais horas trabalhadas. Vem de progresso técnico, o famoso “resíduo de Solow”. Em outras palavras: tecnologia é, desde sempre, fator de produção.
A literatura moderna dá um passo a mais: software, dados e IA podem ser tratados como insumos com propriedades próprias. Não é custo de TI. É capacidade produtiva adicional, redução de perdas, melhor uso de ativos e melhores decisões. Organismos como a OCDE já tratam a Inteligência Artificial como tecnologia de propósito geral (GPT), algo comparável ao que foi a eletricidade ou a computação.
Custo unitário é o ponto de entrada
Na indústria, preço não é arbítrio, é resultado. Ele nasce de custo unitário, capacidade de produção, nível de serviço, qualidade, compliance, risco e poder competitivo. Quando tecnologia, Analytics e IA atuam sobre os gargalos da produção e da cadeia, elas mexem diretamente nessas variáveis.
Os exemplos são concretos: retrabalhos evitáveis, manutenções preditivas calibradas, melhor planejamento de estoques, fretes e horas extras, redução de devoluções e custos de garantia. É a transformação digital aplicada à eficiência produtiva.
“Hoje não se trata mais de comprar ‘BI’. Trata-se de reprecificar o negócio com dados verdadeiros que potencializam a defesa da margem em um ambiente de pressão, ou que ganham mercado reduzindo custo unitário sem destruir qualidade.” explica Perácio Ferreira, Diretor de Relações Corporativas e Institucionais da Toccato Tecnologia.
Três pilares para que a tecnologia funcione como fator de produção de verdade
O discurso sobre IA é fácil. A execução, não. Para que Analytics e IA de fato entrem na conta do custo unitário, três condições precisam estar presentes:
Dados confiáveis e integrados: sem integração de fontes diversas, IA vira tentativa e erro. O insumo da inteligência artificial é dado e dado ruim gera decisão ruim.
Decisão no ritmo da operação: o valor não está em dashboard bonito. Está em alertas acionáveis, detecção de anomalias, análise de causa raiz, simulação de cenários e recomendações com base em dados governados.
Governança: na indústria, dado errado é decisão errada e custo alto. Rastreabilidade, segurança e escalabilidade não são diferenciais, são pré-requisito.
As perguntas que revelam onde o dinheiro está escondido
Uma forma prática de começar: faça as perguntas certas. O que mais pressiona o custo unitário hoje? Paradas, refugo, energia, setup, logística, estoque, qualidade? Qual o impacto financeiro mensal de uma parada, mesmo programada? Quanto custa uma hora de linha parada, incluindo perdas e atrasos? Como explicar variações de custo por turno, máquina, lote, fornecedor?
Se essas respostas chegam tarde ou “no feeling”, o problema já está identificado. Analytics e IA viram fator de produção exatamente porque fazem, em tempo real, o raio-X da produtividade e o resultado aparece no custo unitário.
“O que define a redução de custo unitário são decisões operacionais aplicadas com governança e IA dentro do fluxo da operação. Quem conseguir internalizar isso vai ganhar em redução de custos, prazos e qualidade.” reforça Perácio.
Aderir a Analytics e IA não é opção estratégica
Para a Toccato Tecnologia, a conclusão é direta: Analytics e IA são necessários para fazer uma gestão eficiente de preço e margem. Não porque é tendência, mas porque é consequência da função de produção. A solução que a empresa oferece, apoiada na plataforma Qlik, atua sobre redução de custo unitário, qualidade e aumento de previsibilidade: as três alavancas que sustentam preço, margem e competitividade.
O convite aos potenciais clientes é simples: abrir a possibilidade de apresentar as soluções ou trazer um desafio real em formato de prova de conceito (PoC). É o caminho mais rápido para entender, na prática, o que muda quando tecnologia para de ser custo e começa a ser fator de produção.
Sobre a Toccato
O Grupo Toccato é uma empresa brasileira especializada em dados e analytics, com sede em Florianópolis e atuação nacional. Fundada em 2006, apoia organizações na construção de uma cultura orientada por dados, oferecendo soluções que integram tecnologia, estratégia e inteligência analítica. Com expertise em Business Intelligence, Analytics e Inteligência Artificial, a Toccato acompanha toda a jornada de dados dos clientes, da estruturação à geração de insights, contribuindo para decisões mais assertivas e resultados sustentáveis.
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